Na cama clandestina,
dorme tranqüilo o homem amado.
Encantada, mal respira
e guarda na memória o calor dos corpos
que, sabe bem, tanta falta fará.
Palavras vizinhas da casa do não-dito.
A mulher atrás do decote
é séria, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucas, raras amigas
A mulher atrás dos óculos e do decote.
1 comentários:
oi gostaria que conhecessem o meu blog sobre a minha experiência pessoal com a síndrome do pânico, agradeço desde já a visita, obrigado.
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