segunda-feira, 17 de março de 2008

Não sei por que caminhos andei outrora
para que a lua tenha resolvido me sorrir somente agora.
Não sei por quê andei por caminhos ermos outrora,
mas se a noite me sorri,
ao menos por hora,
perdão recebi.

Então a noite é de glória,
posto que renasci.
E agora desejo a aurora
morna e terna que jamais vi.

Um comentário:

thomaz disse...

acertando, como sempre.
ficou muito bonito o poema.
e espero que haja paz com o perdão.
^^