sábado, 1 de setembro de 2007

Displicentemente escutas meu bem e meu mal
E quando eu me morrer em silêncio
Continuarás sem saber do cheiro de sono
E do cheiro de vento
das vastidões inabitadas dos meus desertos.



E tu te viverás, então,
em silêncio,
sem saber do eu que não eu.

2 comentários:

Anônimo disse...

Lindo esse texto Josy!

Espero conhecer um pouco do seu eu a cada dia, humildemente...

Josy, que saudade!!

Beijão!

Augusto

yu disse...

tá muito bom isso aqui.
fazia tempo que eu nao vinha, confesso.
tenho saudade das aulas contigo.
=~~

amo vc!
=***